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 Ready player one é um filme do Steven Spielberg que estreou recentemente no cinema e que conta uma interessante história acerca de um jogo de realidade virtual chamado OASIS. O nível de realismo e a possibilidade de se ser quem quiser no jogo atrai a população que parece preferir esta realidade. Toda uma vida é construída neste jogo, tornamo-nos uma segunda pessoa, com segundas oportunidades. A dada altura, o criador do jogo morre e deixa a sua herança a quem conseguir concluir um jogo quebra-cabeças que inventou dentro da OASIS. Aqui entra o protagonista Wade Waltts assim como os vilões que são uma empresa que querem apoderar-se da OASIS que é das empresas mais ricas do mundo. Esta é uma história que está bem conseguida porque, aos poucos, é isto que está a acontecer. A tecnologia está a evoluir a um ritmo acelerado, e provavelmente, é uma questão de tempo até que se consiga atingir este nível de realismo. Se olharmos com atenção, muitas pessoas já preferem este conceito de realidade. Nas redes sociais, por exemplo, as pessoas são quem querem, podem construir uma imagem diferente de si e levar os outros a acreditar naquilo que é mostrado, quando a realidade pode ser muito diferente. Há quem diga que a tecnologia está a evoluir demasiado rápido e que tal causa muitos malefícios, no entanto, creio que é apenas algo diferente. Desde o início dos tempos que o ser humano se reconstrói e agora, estamos a viver na era da tecnologia. Em tudo deve haver um equilíbrio, por isso, esta nova etapa nem é boa nem má. É o que é. Houve um livro de história que disse que na altura em que os comboios se começaram a difundir, muitas pessoas tinham receio desta nova forma de transporte devido há grande velocidade a que circulavam, que na verdade não era assim tanta. Tinham medo que fosse prejudicial. Quando algo novo aparece, a tendência é o ceticismo, no entanto, de tudo, podemos aproveitar o que há de bom e este tipo de tecnologia não é diferente. Não seria interessante mergulhar de forma tão intensa numa outra forma de realidade? Onde nós não controlamos uma personagem mas somos na verdade, a personagem? É tudo uma questão de equilíbrio e saber separar as águas, pois por mais enfadonha e complicada que a realidade do dia-a-dia seja, não podemos fugir para sempre para uma virtual, ou podemos?

 Depois, neste contexto, surge outra questão: O que é a realidade?     

Fim

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